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A Tetra Pak disponibilizou cartilhas muito legais, para professores e crianças, que realmente informa de assuntos essenciais como o lixo.

Você pode baixar visualizar o arquivo que está em pdf.

Nessa página você encontra algumas apostilas:

http://www.tetrapak.com/br/meio_ambiente/cultura_ambiental_em_escolas/pages/relateddocuments.aspx

E aqui eles diaponibilizaram como fazer papel reciclado:

http://www.tetrapak.com.br/tetravc/meio/escola/faca_papel.htm

Site da Tetra Pak…

Esses dias, estava fuçando no site da Tetra Pak, que está com um novo design (imitando o americano) e descobri algo relacionado com ofertas de emprego. Não pude apronfundar no assunto pois não tenho nem idade nem experiência para isso, mas quem quiser dar uma olhada

http://www.tetrapak.com/br/sobre_a_tetra_pak/carreira/Pages/carreira.aspx

Sei que tem que criar um perfil em um site externo e se bater as informações com os ideais de procura deles entrarão em contato. Realmente, não consegui aprofundar no assunto.

Quem conseguir comente nesse post ou me envie um email: jushigemura@gmail.com.

Realmente, queria descobrir mais sobre isso.

Kefir

Todas as informações básicas para quem pretende adquirir o kefir você poderá encontrar nesse site: http://www.kefir.xpg.com.br/

Lá, conseguimos grãos (dessa forma que nós conseguimos) por meio de envio onde se paga a carta reenviada.

Existe também a possibilidade de fazer uma niqueleira-porta moedas- com caixas de suco.Veja a seguir:

Materiais Utilizados:

1 caixa de suco/iogurte (tetra pak) lavada e seca

Durex Colorido

Tesoura

Passo-a-passo

1) Depois de muito bem lavada e seca, corte as duas laterais da caixa e grude a parte da frente e do verso com durex.

2) Corte

Fonte

Aqui você vai aprender uma maneira de reaproveitar as caixas de leite (TETRA PAK) que você usa depois acabam indo para o lixo da sua casa. Depois para o lixão da cidade e gerando os diversos problemas ambientais que hoje vemos todos dia nos jornais. E a fazer uma carteira do tamanho ideal para levar 1 ou 2 documentos e seu dinheiro, perfeito para levar nos “rock” onde nunca se sabe o que pode acontecer.

Para a oficina você vai precisar de:

1-1 caixa de leite (TETRA PAK) e  2-Tesoura.

Corte uma das faces da caixinha, mantendo as laterais, o fundo e uma das faces.

Obs: Os resíduos da caixa não podem ser reciclados diretamente, mas podem ser destinados a empresas que fazem móveis, telhas etc, compressando-os.

Agora faça um corte transversal do fundo da caixa para a face.

Formando dois triângulos. Em seguida dobre-os para dentro e dobre a face ao seu redor, dando forma a carteira.

Nesse ponto sua carteira está no formato mais longo, onde a “tampa” dá duas voltas em torno dela. É mais seguro, mas se quiser deixa-lá mais compacta recorte a face da caixa na metade deixando um fecho simples e está pronta!

Você pode arredondar os cantos e fazer um fecho para dar acabamento.

Agora você pode colar recortesou algum adesivo para dar um visual para sua carteira! Prática e compacta, no tamanho ideal. E ainda é ambientalmente correta!

Fonte: http://www.tahrolando.com.br/oficinas/carteira.htm

Muitas pessoas ficaram interessadas no projeto em que se utiliza caixas de leite para se fazer telhas.

Pesquisei uma fábrica (GlZ Telhas e Laminados) localizada em Rio Grande do Sul que foi a pioneira nesse projeto.

Essas telhas possuem muitas vantagens como:

são mais baratas

mais leves

não quebram

permitem maior conforto térmico aos ambientes reduzindo em até 50% as altas temperaturas.

Achamos uma reportagem e iremos posta-la.

Telhas para proteger casa e ambiente

Uma empresa de Santa Cruz do Sul conseguiu reunir, em um mesmo produto, resistência, custo baixo e redução de danos ambientais. Tudo isso com a fabricação de telhas e laminados que utilizam como matéria-prima caixas recicladas do tipo longa vida, geralmente usadas como embalagens de leite, sucos, molhos e outros alimentos.

O projeto foi resultado de três anos de pesquisas e testes. O empresário Gerson Zart e a esposa Tatiana Petry plantavam arroz no Uruguai e resolveram buscar um novo ramo de atividade. A utilização de material reciclável chamou a atenção do casal, que investiu no produto mesmo sem ter grandes bases de referência. Das tentativas veio o resultado satisfatório.

A telha, certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), é resistente ao granizo e indeformável, além de flexível e de possuir baixa condutividade térmica. Todas as características são obtidas a partir do uso de um único material: a parte interna das embalagens longa vida, feita de alumínio e plástico.

Para produzir mil telhas, são necessárias cerca de dez toneladas de resíduos, que são picados e prensados para virar chapas de sete milímetros de espessura. A carga reciclada é comprada de uma empresa de Gramado, a um preço entre R$ 0,10 e R$ 0,30 o quilo. A idéia, no entanto, é garantir em breve a auto-suficiência no próprio município, implantando uma pequena usina de reciclagem e parcerias com grupos de catadores.

A produção da GLZ Telhas e Laminados chega a 60 telhas por dia. Mas em alguns meses, a intenção é triplicar o volume. “Estamos esperando para ver como será a aceitação no mercado, para então expandir a empresa”, diz Tatiana Petry. A fábrica fica em um prédio de 650 metros quadrados localizado na Avenida Castelo Branco, no Distrito Industrial de Santa Cruz. O aluguel é subsidiado pela Prefeitura, por meio da Sala do Empreendedor.

PREÇO

As telhas da GLZ, a princípio, se destacam pela relação custo-benefício. Enquanto uma folha comum de cimento-amianto, com espessura equivalente, custa em média R$ 29,00, a reciclada sai por R$ 25,00. Além de representar uma alternativa de negócio inovadora, o produto contribui para a preservação ambiental. Segundo estimativas, as embalagens de leite não têm tempo de decomposição determinado. Somente o plástico que compõe 25% as caixinhas leva 450 anos para se desfazer.

As telhas aos poucos estão sendo inseridas no mercado, por enquanto com vendas somente na própria fábrica. Agora a idéia dos empresários é difundir o produto entre as lojas de materiais de construção. “Ainda há um pouco de desconfiança por se tratar de matéria-prima reciclada. Mas esperamos que a qualidade seja reconhecida e as telhas virem alternativa em breve”, conclui Tatiana. Em Santa Cruz, segundo a Associação de Comerciantes de Material de Construção (Acomac), o consumo de telhas do tipo amianto chega a 40 toneladas por mês.
Autor: Jansle Appel Junior | Fonte: Gazeta do Sul  | Data: 05/02/2009 – 00:25:55
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Essa fábrica possui um site www.glztelhas.com.br. Lá vai encontrar telefone para contato.

Já faz tempo em que a Tetra pak divulgou um relatório (2006-2007), e, apesar de não ser atual é muito interessante. O único problema é que está em páginas digitais, o que dificulta a vizualização.

Lá você encontra todas as explicações, a palavra do diretor, desempenho socio economico, desempenho ambiental etc.

Para quem quer ver clique aqui.